fbpx

Orientação adequada, por parte do obstetra, é fundamental

Há 34 anos, quando estava grávida do primeiro filho, a Dra. Joanne Kurtzberg – médica e pesquisadora americana da Duke, na Carolina do Norte, e um dos maiores nomes mundiais quando o assunto é célula-tronco – perguntou a seu obstetra se deveria armazenar o sangue do cordão umbilical por acreditar que seria um desperdício desprezar o material, um tecido tão nobre e rico, e que poderia ser útil no futuro.

A resposta do médico foi: “Esqueça isso. Isso é tudo ficção científica “.

Ou seja, ironicamente, ela que hoje é uma das maiores especialistas e está envolvida diretamente com as principais pesquisas no mundo foi vítima de uma orientação inadequada.

“Essa história, infelizmente, ainda resume bem o nosso dia a dia, de pouca informação sobre a importância da coleta e armazenamento do sangue de cordão umbilical” comenta o Dr. Alberto d’Áuria, Diretor Médico da Cryopraxis.

“O obstetra pode orientar os pacientes com relação a essa possibilidade de armazenamento de células-tronco do sangue do cordão umbilical no momento do parto, e então a família decide se quer armazenar. Mas a família e a gestante têm que ser informadas dessa possibilidade”, completa.

Em uma entrevista para um jornal, a Dra. Joanne Kurtzberg diz:

“Eu concordo com a definição de ‘milagre ‘ para descrever aquilo que está a acontecer com o uso do sangue do cordão umbilical. Quando vemos uma criança se levantar de uma cadeira de rodas e andar eu só consigo encontrar uma palavra: milagre! Quando uma criança não consegue movimentar o seu braço, e após o tratamento consegue pegar em um garfo e alimentar-se sozinha, isto só tem um nome: milagre. Um rapaz que mal conseguia falar e após o tratamento consegue cantar, continuo a chamar de milagre. Mas eu não sou responsável pelo milagre”, explica a pesquisadora. “Eu espero que aqueles que continuam a descartar o sangue do cordão umbilical percebam o tesouro que ele é”, conclui.

Fontes/Referências:

https://www.youtube.com

http://bebevida.com