1. O QUE É SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL?

É uma importante fonte de células-tronco. Este sangue permanece no cordão umbilical e na placenta na hora do nascimento. Nele contém plaquetas, hemácias e leucócitos adultos, assim como células formadoras do sangue – células-tronco hematopoéticas, células formadoras de vasos – ,células-tronco endoteliais, células formadoras de tecido conjuntivo ósseo, cartilaginoso e adiposo – células-tronco mesenquimais.¹²³

2. O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM AS CÉLULAS-TRONCO?

São células que podem gerar cópias idênticas de si, capazes de reparar diferentes tecidos do corpo humano. A maioria das células do nosso corpo é designada a desempenhar uma determinada função. Já as células-tronco, são capazes de desempenhar as mais diversas funções, esperando a necessidade de se transformarem em um tipo de células específico. As células-tronco são capazes de se auto-replicar, garantindo uma reserva de células com propriedades reparativas, que podem gerar outra célula-tronco ou uma célula especializada.

3. PORQUE ARMAZENAR CÉLULAS-TRONCO DO SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL?

As células-tronco já tem o uso clínico bem estabelecido. Elas são capazes de repovoar a medula óssea em pacientes com doenças malignas que requerem tratamento com altas doses de quimioterapia e/ou radioterapia; podem também corrigir doenças nas quais a medula óssea funciona mal (deficiências imunológicas, anemia aplástica, desordem leucocitária, aplasia eritrocitária). Podem ainda ajudar a corrigir deficiências – chamadas Erros Inatos do Metabolismo – na fabricação de proteínas essenciais para o funcionamento do organismo, cuja ausência produz lesões fatais. Em qualquer um desses casos, a possibilidade de um transplante antes que danos irreparáveis tenham ocorrido pode significar o fim e, muitas vezes, a prevenção de uma doença.

As células-tronco do sangue de cordão umbilical são células mais jovens, mais imaturas do que as células-tronco encontradas na medula óssea de um adulto. Isso as torna mais tolerantes imunologicamente.

O transplante com células-tronco do próprio indivíduo (transplante autólogo), já é indicado para o tratamento de diversas doenças como: Doença de Hodgkin, Linfomas Não-Hodgkin, Mieloma Múltiplo, Tumores Sólidos (Neuroblastomas, Meduloblastoma, Tumor de Wilms).

O uso de células-tronco alogênicas (originadas de um indivíduo diferente do receptor, mas com o qual ele tenha alguma semelhança) é mais amplo, porque ele contempla as doenças hereditárias. Nesses casos, o melhor doador é sempre um irmão ( filho de mesmo pai e mesma mãe). Nesses, a chance de ter uma compatibilidade de 100%  é a mais alta (25%)4.
A tabela abaixo mostra todas as doenças tratáveis através do uso de células-tronco, tanto em uso autólogo quanto alogênico, como também os estudos que estão sendo desenvolvidos para tratar outras doenças, como o Alzheimer e o Autismo.

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4. QUAIS AS VANTAGENS EM ARMAZENAR AS CÉLULAS-TRONCO OBTIDAS DO SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL?

Ao contrário de outras fontes de células tronco, o Sangue do Cordão Umbilical e Placentário é coletado de forma segura e indolor.

Esse material resiste a criopreservação a longo prazo (pelo menos 23,5 anos) sem perda de suas características como a viabilidade e função, e carrega um baixo risco de transmissão de infecções virais e mutações, uma vez que estas células nunca foram expostas a fatores ambientais de qualquer tipo, que poderiam complicar o curso clínico dos pacientes após o transplantes7.

Além disso, o material armazenado estará prontamente disponível para uso, sem necessidade de fila ou busca por um doador compatível, diminuindo consideravelmente o tempo de início do tratamento. Essas células possuem a idade do bebê ao nascer e se conservam assim, mantendo o seu potencial regenerativo intacto.

5. PODE OCORRER REJEIÇÃO ÀS CÉLULAS-TRONCO OBTIDAS DO SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL?

Não. Na utilização autóloga (uso de células próprias) não há risco de rejeição.

6. O QUE É O TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO?

É a substituição de um conjunto de células não funcionais por células com capacidade regenerativa.

7. O QUE É CRIOPRESERVAÇÃO?

Trata-se da técnica de congelamento e armazenamento de materiais biológicos, em temperaturas ultra baixas, à 196ºC negativos.

8. QUAL O HISTÓRICO DO TRANSPLANTE DE SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL?

O sangue obtido do cordão umbilical foi utilizado pela primeira vez em 1988, na França, no transplante de um paciente com anemia de Fanconi. Já foram realizados mais de 40 mil transplantes com as células do sangue do cordão umbilical, para o tratamento de doenças oncológicas, deficiências medulares, doenças metabólicas, imunodeficiências, hemoglobinopatias, entre outras 4.

1. QUANDO O SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL DEVE SER COLETADO?

O sangue do cordão umbilical deve ser coletado imediatamente após o nascimento do bebê. A coleta só pode ser realizada durante os procedimentos do parto, portanto é uma oportunidade única.

2. A COLETA DO SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL REPRESENTA RISCO PARA A SAÚDE DO BEBÊ OU PARA A MÃE?

Nao. A coleta é feita de forma completamente indolor, por profissionais de qualidade CRYOPRAXIS® , não apresentando nenhum risco para a mãe ou para o bebê.

3. COMO É FEITA A COLETA?

São duas etapas. Após o nascimento do bebê, o cordão umbilical é clampeado e cortado pelo médico, com o bebê sendo entregue aos cuidados do pediatra.

Na primeira etapa, com a placenta ainda no útero, realiza-se uma punção de um do cordão umbilical. O sangue retido no cordão e na placenta é drenado para a bolsa de coleta estéril.

Na segunda etapa, após a saída espontânea da placenta, coleta-se o sangue que permanece nos vasos do cordão e da placenta. Esse método, aperfeiçoado pela CRYOPRAXIS®, denomina-se coleta combinada, conferindo maior volume e número de células coletadas.

4.A COLETA PODE SER REALIZADA EM QUALQUER TIPO DE PARTO?

Sim. A coleta do sangue de cordão umbilical não causa nenhum transtorno ou interferência nos procedimentos médicos habituais do parto, podendo ser realizada tanto em parto normal quanto em cesariana.

5. QUAL É A EFICIÊNCIA DA COLETA COM O MÉTODO DA CRYOPRAXIS®?

A metodologia de coleta da CRYOPRAXIS® permite a obtenção dos melhores índices, tanto de volume como do nº de células. A média do número de células obtidas do sangue de cordão umbilical coletado pela CRYOPRAXIS® após o processamento, é superior à descrita na literatura internacional.8 9

6. COMO CONTRATAR O SERVIÇO DA CRYOPRAXIS®?

Entre em contato com a nossa Central de Relacionamento através do 0800 606 7777 ou (21) 21417777, disponível 24 horas por dias, 7 dias por semana. Caso prefira, acesse o link QUERO CONTRATAR e entraremos em contato.

7. EM QUE MOMENTO DEVO ENTRAR EM CONTATO COM A CRYOPRAXIS® PARA A REALIZAÇÃO DA COLETA?

Assim que o obstetra indicar a sua ida para a maternidade, você deve entrar em contato com a CRYOPRAXIS®. Para coletas que serão realizadas nas capitais brasileiras, a antecedência mínima é de 3 (três) horas antes do parto.

Para coletas que serão realizados em outros municípios do Brasil, a antecedência mínima é de 5 (cinco) horas antes do parto.

8. COMO FALAR COM A CRYOPRAXIS® PARA AGENDAR O MOMENTO DA COLETA?

Através do contato disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana: 0800 606-7777 ou (21) 2141-7777 ou (21) 99966-4888

9. É POSSÍVEL COLETAR O SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL DE BEBÊS PREMATUROS?

Sim. A partir de 32 semanas completas de gestação.

10. É NECESSÁRIA A COLETA DE SANGUE DA MÃE? QUAIS SÃO OS TESTES REALIZADOS?

Sim. A ANVISA determina que sejam realizadas análises sorológicas no sangue da mãe e que esse sangue seja coletado na hora do parto.

Os testes sorológicos pesquisam anticorpos contra HIV 1+2, HTLV 1/2, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatite B e C, Citomegalovírus, Toxoplasmose. São realizados ainda testes para detecção de hemoglobinas anormais e o teste molecular NAT para identificação de infecções causadas pelos vírus HIV, HCV e HBV. Os resultados dos testes são tratados com sigilo e caso algum deles seja positivo, o serviço médico especializado da CRYOPRAXIS® entrará em contato com a cliente e com seu médico.

11. EM QUANTO TEMPO O SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL DEVE SER PROCESSADO APÓS SUA COLETA?

Segundo a RDC56/10 ANVISA, o sangue coletado deve estar armazenado em no máximo 48 horas.

12. QUAIS SÃO OS CRITÉRIOS QUE IMPEDEM A REALIZAÇÃO DA COLETA?

  • Bolsa rota há mais de 18 horas;
  • Idade gestacional inferior a 32 semanas;
  • Anormalidade no trabalho de parto;
  • Presença de processos infecciosos durante a gestação ou de doenças que possam interferir com a vitalidade placentária;
  • Sofrimento fetal grave;
  • Temperatura materna superior a 38ºC.

13. COMO É REALIZADO O TRANSPORTE DO SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL COLETADO PARA A CRYOPRAXIS®?

Após a coleta, o material é acondicionado em frasqueira térmica pertencente ao material de coleta CRYOPRAXIS®. Durante todo o transporte o material coletado é monitorado de forma contínua por um termorregistrador, que registra a temperatura da amostra.

Os procedimentos de transporte são validados de forma a garantir a segurança do material desde a coleta até a chegada ao laboratório. Estes procedimentos permitem a CRYOPRAXIS® realizar a coleta em todo território nacional.

14. O QUE É O PROCESSAMENTO DO SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL?

É o preparo do material para o congelamento. O processamento inicia com a chegada do material na CRYOPRAXIS®, sua conferência e identificação digital com codificação alfa numérica individual, permitindo que o material possa ser rastreado.

Após registro, o material passa por processos de controle de qualidade, seguindo rígidos padrões, determinados pelas agências de licenciamento e acreditação nacional e internacional. A CRYOPRAXIS®  é acreditada pela Associação Americana de Bancos de Sangue (AABB) e licenciada pela Vigilância Sanitária (ANVISA).

15. QUAIS ANÁLISES SÃO REALIZADAS NO SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL?

No sangue do cordão umbilical são feitos:

  • Determinação do volume e número de células do material coletado;
  • Testes microbiológicos (identificação da presença de micro-organismos);
  • Quantificação das células-tronco hematopoéticas (CD34+);
  • Determinação da viabilidade celular;
  • Quantificação de células nucleadas totais;

16. EXISTE A POSSIBILIDADE DO SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL COLETADO NÃO PODER SER ARMAZENADO?

Sim. Quando o número total de células, após o processamento, for inferior a 500 milhões ou quando for identificada a presença de micro-organismos no material. As amostras de sangue de cordão umbilical coletadas que não atendam a esses requisitos são consideradas desqualificadas pela RDC 56/10 ANVISA4.

17. ONDE É PROCESSADO O SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL COLETADO PELA CRYOPRAXIS®?

O processamento do sangue de cordão umbilical coletado é realizado nos laboratórios da CRYOPRAXIS®, na cidade do Rio de janeiro.

18. POR QUE ESCOLHER A CRYOPRAXIS® PARA O ARMAZENAMENTO DO SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL DO MEU FILHO?

Sabemos que este é o momento de se fazer uma escolha muito importante para a vida do seu filho. Portanto, alguns itens devem ser levados em consideração:

A CRYOPRAXIS®  é pioneira neste segmento, com 15 anos de experiência de mercado;

A estrutura da CRYOPRAXIS®  é a maior da América Latina, com capacidade de processamento e armazenamento para cerca de 80.000 unidades;

A experiência de ter processado o sangue do cordão umbilical de mais de 40.000 clientes, sendo 30% deles profissionais de saúde;

A solidez financeira: faz parte da holding Axis Biotec Brasil, grupo com mais de 30 anos de experiência na área de saúde;

A liderança no mercado de coleta e armazenamento de células-tronco: a cada cinco coletas realizadas no Brasil, três são feitas pela CRYOPRAXIS®(3);

A CRYOPRAXIS®  é Licenciada pela ANVISA, registrada na Food and Drug Administration (FDA) , Acreditada pela Associação Americana de Bancos de Sangue (AABB) e Certificada pela ISO 9001/2008;

A CRYOPRAXIS®  é associada à ABBCT (Associação Brasileira de Bancos de Células-Tronco) e compõe o quadro da entidade com a Diretoria Científica;

A CRYOPRAXIS®  possui o maior histórico de utilização de amostras armazenadas em bancos privados no Brasil e a primeira empresa brasileira a liberar uma amostra para utilização nos EUA;

A CRYOPRAXIS® possui parcerias científicas com renomadas instituições de pesquisa no Brasil e no Exterior;

A CRYOPRAXIS® está associada a uma empresa de Terapia Celular com abrangência nacional e internacional: a CellPraxis®, que possui e já realizou diferentes protocolos de pesquisa clinicas com células-tronco de diferentes fontes.

A CRYOPRAXIS® possui um exclusivo Sistema de Gestão denominado “Sistema LAR”, que permite o monitoramento e controle em tempo real, 24 horas por dia, 7 dias por semana, de todo o sistema de armazenamento.

19. POR QUANTO TEMPO AS CÉLULAS-TRONCO PODEM FICAR ARMAZENADAS?

As células-tronco podem ficar armazenadas em regime de baixas temperaturas por um longo período de tempo.

O limite ainda não está determinado, porém sabe-se que células-tronco oriundas da medula óssea têm sido armazenadas por décadas, sob o mesmo regime, sem perda de viabilidade.

Trabalhos científicos recentes mostraram que o sangue de cordão umbilical descongelado após 23,5 anos manteve o percentual de células viáveis e funcionais estável.

20. QUEM PODE UTILIZAR AS CÉLULAS-TRONCO DO SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL ARMAZENADAS?

Segundo legislação vigente RDC 56/10ANVISA, os bancos de sangue de sangue de cordão umbilical privados estão autorizados a armazenar materiais para o uso autólogo, ou seja, para utilização da própria pessoa da qual as células foram coletadas.

21. O SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL PODE SER ARMAZENADO EM MAIS DE UMA BOLSA?

Tecnicamente sim, pois a probabilidade de que as células-tronco de um doador sejam compatíveis com um beneficiário da família dele é maior do que quando elas são utilizadas em um paciente que não faz parte da família do doador.

Porém como a CRYOPRAXIS® é um banco autólogo, para que o material seja utilizado por terceiros, além de uma autorização dos clientes será necessária uma solicitação de autorização da Agencia nacional de vigilância sanitária (ANVISA).

22. É POSSÍVEL UTILIZAR O SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL ARMAZENADO PARA OUTRO MEMBRO DA FAMÍLIA?

Tecnicamente sim, pois a probabilidade de que as células-tronco de um doador sejam compatíveis com um beneficiário da família dele é maior do que quando elas são utilizadas em um paciente que não faz parte da família do doador.

Porém como a CRYOPRAXIS® é um banco autólogo, para que o material seja utilizado por terceiros, além de uma autorização dos clientes será necessária uma solicitação de autorização da Agencia nacional de vigilância sanitária (ANVISA).

23. QUANTAS VEZES O MATERIAL ARMAZENADO PODE SER DESCONGELADO®?

Na CRYOPRAXIS®, o sangue do cordão umbilical, após ser processado, é acondicionado em uma bolsa bipartida, que permite o descongelamento do material em duas etapas, por possuir 2 compartimentos individualizados. Assim é possível descongelar parte do material congelado em um dos compartimentos e manter o outro armazenado.*

*A quantidade de células a serem utilizadas num tratamento dependerá da avaliação médica.

24. HÁ RISCOS DE A TEMPERATURA VARIAR ABRUPTAMENTE DURANTE O ARMAZENAMENTO?

Não há risco de variação abrupta de temperatura. A temperatura de armazenamento determinada pela legislação brasileira (ANVISA) é de no mínimo 135ºC negativos. Para conferir maior segurança no armazenamento, a CRYOPRAXIS® optou por manter suas amostras imersas em nitrogênio líquido a 196ºC negativos. Em caso de necessidade de manipulação do material armazenado, ela é feita na faixa de temperatura de segurança, nunca exposto a temperatura ambiente.

25. COMO A MANUTENÇÃO DA TEMPERATURA DOS TANQUES DE ARMAZENAMENTO É ASSEGURADA?

Todo o sistema de manutenção das unidades é automatizado com a utilização do Sistema L.A.R® , mantendo sempre a temperatura do material estável. Em caso de necessidade de manipulação do material armazenado, ela é feita na faixa de temperatura de segurança, nunca exposto a temperatura ambiente

26. QUEM POSSUI RESPONSABILIDADE SOBRE O SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL ARMAZENADO?

Até que a criança atinja a maioridade civil, os pais são os tutores do sangue de cordão umbilical armazenado e possuem total controle sobre ele. As unidades de sangue de cordão umbilical e placentária armazenadas são de responsabilidade dos contratantes e estão sobre a custódia da CRYOPRAXIS® não sendo permitida qualquer destinação sem autorização dos clientes.

27. EXISTEM CUSTOS PARA REQUERER AS CÉLULAS-TRONCO ARMAZENADAS PARA UTILIZAÇÃO?

Caso os clientes façam a requisição da USCUPA armazenada para utilização no Brasil ou no exterior, a CRYOPRAXIS® arcará com os custos de remessa da USCUPA até a unidade hospitalar indicada pelos clientes.

28. COMO OCORRE A LIBERAÇÃO DAS CÉLULAS ARMAZENADAS PARA USO?

A liberação se dá a partir de requerimento médico. Somente os tutores legais ou o próprio beneficiário, quando maior de idade, podem autorizar a liberação do material.

1. QUAL É A EFICIÊNCIA DA COLETA COM O MÉTODO DA CRYOPRAXIS®?

A metodologia de coleta da CRYOPRAXIS® permite a obtenção dos melhores índices, tanto de volume como do nº de células. A média do número de células obtidas do sangue de cordão umbilical coletado pela CRYOPRAXIS® após o processamento, é superior à descrita na literatura internacional.8 9

2. ONDE É PROCESSADO O SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL COLETADO PELA CRYOPRAXIS®?

O processamento do sangue de cordão umbilical coletado é realizado nos laboratórios da CRYOPRAXIS®, na cidade do Rio de janeiro.

3. POR QUE ESCOLHER A CRYOPRAXIS® PARA O ARMAZENAMENTO DO SANGUE DE CORDÃO UMBILICAL DO MEU FILHO?

Sabemos que este é o momento de se fazer uma escolha muito importante para a vida do seu filho. Portanto, alguns itens devem ser levados em consideração:

A CRYOPRAXIS®  é pioneira neste segmento, com 15 anos de experiência de mercado;

A estrutura da CRYOPRAXIS®  é a maior da América Latina, com capacidade de processamento e armazenamento para cerca de 80.000 unidades;

A experiência de ter processado o sangue do cordão umbilical de mais de 40.000 clientes, sendo 30% deles profissionais de saúde;

A solidez financeira: faz parte da holding Axis Biotec Brasil, grupo com mais de 30 anos de experiência na área de saúde;

A liderança no mercado de coleta e armazenamento de células-tronco: a cada cinco coletas realizadas no Brasil, três são feitas pela CRYOPRAXIS®(3);

A CRYOPRAXIS®  é Licenciada pela ANVISA, registrada na Food and Drug Administration (FDA) , Acreditada pela Associação Americana de Bancos de Sangue (AABB) e Certificada pela ISO 9001/2008;

A CRYOPRAXIS®  é associada à ABBCT (Associação Brasileira de Bancos de Células-Tronco) e compõe o quadro da entidade com a Diretoria Científica;

A CRYOPRAXIS®  possui o maior histórico de utilização de amostras armazenadas em bancos privados no Brasil e a primeira empresa brasileira a liberar uma amostra para utilização nos EUA;

A CRYOPRAXIS® possui parcerias científicas com renomadas instituições de pesquisa no Brasil e no Exterior;

A CRYOPRAXIS® está associada a uma empresa de Terapia Celular com abrangência nacional e internacional: a CellPraxis®, que possui e já realizou diferentes protocolos de pesquisa clinicas com células-tronco de diferentes fontes.

A CRYOPRAXIS® possui um exclusivo Sistema de Gestão denominado “Sistema LAR”, que permite o monitoramento e controle em tempo real, 24 horas por dia, 7 dias por semana, de todo o sistema de armazenamento.

4. O QUE É O SISTEMA LAR® DA CRYOPRAXIS®?

É a Linha de Abastecimento Remoto, sistema responsável pelo abastecimento e controle automatizado de todos os parâmetros relacionados com o armazenamento. Parâmetros como temperatura, nível de nitrogênio líquido, teor de oxigênio ambiental da sala de armazenamento, entre outros, são monitorados 24 horas por dia, 7 dias por semana e registrados em banco de dados.

5. COMO SÃO GERENCIADOS OS DADOS DOS CLIENTES CRYOPRAXIS®?

Todos os dados dos clientes CRYOPRAXIS® são tratados sigilosamente. A CRYOPRAXIS® possui um exclusivo software de gestão de informação com acesso restrito aos dados. A liberação de acessos a estes dados se dá pelo perfil de cada usuário.

6. ONDE O MEU MÉDICO PODE OBTER MAIS INFORMAÇÕES RELATIVAS À TECNOLOGIA DA CRYOPRAXIS®?

Pelos números: 0800 606 7777 e (21) 2141-7777

Pelo e-mail: contato.dirmed@cryopraxis.com.br ou cadastra-se neste link  FALE CONOSCO e entraremos em contato.

7. A CRYOPRAXIS® INVESTE EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO?

Sim. A Cryopraxis® acredita imensamente no potencial destas células, por isso, investe cerca de 10% de todo o seu faturamento em pesquisa e inovação através de parcerias com os principais centros do Brasil e do exterior. Também possui uma empresa subsidiária de terapia celular com abrangência nacional e internacional: a CellPraxis®.

Acesse o link http://cellpraxis.com.br/react/react.html e veja um dos estudos desenvolvidos em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Universidade do Sul da Flórida (USF).

8. O QUE É O PÓLO DE BIOTECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO?

No início da década de 1980 diversas instituições públicas se uniram para criar o Pólo de Biotecnologia do Rio de Janeiro, o primeiro parque tecnológico dedicado ao desenvolvimento da biotecnologia no Brasil. Mais de 1.000 profissionais graduados e pós-graduados nas mais importantes universidades brasileiras e estrangeiras ali desenvolvem projetos inovadores. É nesse ambiente que nasceu a CRYOPRAXIS®, a empresa pioneira em armazenamento de Células-Tronco da América Latina. Saiba mais sobre o Pólo BioRio acessando www.biorio.org.br

9. BIBLIOGRAFIA

1. Harris DT. Collection, processing, and banking of umbilical cord blood stem cells for clinical use in transplantation and regenerative medicine. Labmedicine. 2008;39:173–8. doi:10.1309/64QG394K1M639L8A

2. Kim SW, Jin HL, Kang SM, Kim S, Yoo KJ, Jang Y, Kim HO, Yoon YS. Therapeutic effects of late outgrowth endothelial progenitor cells or mesenchymal stem cells derived from human umbilical cord blood on infarct repair. Int J Cardiol. 2016 Jan 15;203:498-507.

3. Patterson et al. Detecting primitive hematopoietic stem cells in total nucleated and mononuclear cell fractions from umbilical cord blood segments and units. Journal of Translational Medicine (2015) 13:94.

4. http://parentsguidecordblood.org/diseases.php – consultado em janeiro 2016.

5. Resolução RDC n° 56, 16 de dezembro de 2010 –ANVISA http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/c8272000474597529fcadf3fbc4c6735/RDC_n%C2%B A_56.pdf?MOD=AJPERES

6. David T. Harris -Non-haematological uses of cord blood stem cells. British Journal of Haematology, (2009) 147, 177–184.

7. Roura et al. Stem Cell Research & Therapy (2015) 6:123.

8. Rosenau, E. et al. Transfusion,52(2012).

9. DÁuria, A. et al. Estudo da Celularidade em Sangue de Cordão Umbilical e Placentário criopreservados em Banco Privado. Anais do 55°Congresso brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia. 2013.

10. Broxmeyer, H.E. et al. Blood, (2011).117(18): 4773.

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